terça-feira, 5 de abril de 2011

QUEM TEM MEDO DE 31 DE MARÇO? ONDE ESTÁ A VERDADE?


REGIME MILITAR: O OUTRO LADO DA HISTÓRIA
PALAVRAS INICIAIS
Todas as ações causam reações e os fatos não ,acontecem sem que haja um motivo. E ao resultado das reações chamamos de conseqüências. Estas podem ser agradáveis ou não, dependendo do que queremos ou pensamos. No caso da Revolução de Março de 1964, alguns fatos precisam ser levados ao conhecimento de muitos que ainda os desconhecem. Precisamos até lembrar àqueles de curta memória, que o comunismo não era nada de extraordinário. Ele já existia desde os tempos de Getúlio Vargas, mas queimava por baixo, de mansinho, procurando uma oportunidade para “dar as cartas”.
Temos visto ao longo dos anos, a revolta de muitos diante da ação dos militares, cujas conseqüências foram abomináveis em quase toda a sua totalidade. Mas será que o golpe militar foi 100% negativo? Será que não ficou nada de bom em todo o seu trajeto? O Regime Militar foi cruel assim ao ponto de sacrificarmos uns e endeusarmos outros? Por que a imprensa tem tanto medo de mostrar o outro lado da história? Por que muitos se acovardam quando se faz necessário dizer a verdade?
Talvez tenhamos esquecido de que muitos dos que se tornaram “heróis”, não passaram de meros aproveitadores de uma situação que poderia ter apresentado um resultado bem diferente, sem a necessidade de tantas atrocidades. Precisamos lembrar que alguns que comandavam a ofensiva contra a ditadura militar, são os mesmos que, hoje, andam de braços dados com outras ditaduras bem mais opressivas do que a ditadura militar vivida pelo Brasil por duas décadas.
Para provarmos o que afirmamos, sem medo e sem covardia, diga-se de passagem, vamos rememorar fatos que nos deixaram estarrecidos. Por exemplo, como se sentiram os brasileiros vendo um presidente abraçado com Fidel Castro, Evo Moralez e Hugo Chaves, os piores ditadores da história moderna? Dá-nos nojo saber que os que se diziam defensores da democracia, não passavam de falsificadores da moralidade nacional. Infiltrar o comunismo no Brasil era, acima de tudo, uma prova de infidelidade aos princípios democráticos.
Foi a partir deste pensamento realista, sem fantasias, que resolvi mostrar os fatos com seriedade e sem quaisquer vínculos com partidos políticos ou coisas parecidas. Entristece-me ver uma imprensa tendenciosa, pronta a mostrar um lado da história para ser simpática com determinados grupos. Assim como milhões de brasileiros, vivi os anos da ditadura e nunca fui torturado e nem impedido de fazer o que tinha vontade. Ao contrário, sempre me senti bem à vontade e muito seguro, sem o trauma dos seqüestros, do banditismo e da violência que hoje assusta o país.
OS FATOS COM TRANSPARÊNCIA E CORAGEM
É difícil convencer alguém à seguinte reflexão:
I - O golpe militar de 31 de março de 1964 foi um acontecimento necessário, considerando-se o seu propósito maior, ou seja, a consolidação da nossa democracia.
II – O comodismo diante do perigo da infiltração comunista no país seria uma subserviência a um regime de governo opressor.
III – Abominam-se as atitudes drásticas que ceifaram a vida de milhares de pessoas, inclusive militares, nunca lembrados nas reportagens atuais.
IV – Aqueles que insuflaram o movimento anti-revolucionário, são os que hoje se acham beneficiados, inclusive sendo mostrados como heróis da resistência nas atuais campanhas eleitorais.
V – Que o lado que a imprensa teima em manter no esquecimento, trouxe-nos resultados positivos, o que não teria sido possível com a implantação do comunismo.
O COMEÇO DE UMA NOVA HISTÓRIA
A história do Golpe Militar de 31 de março de 1964, não se limita aos fatos ocorridos no auge da revolução. Para entendê-la melhor faz-se necessário voltar um pouco no tempo e chegarmos até as comemorações do Dia do Soldado, em agosto de 1961, quando o então presidente Jânio Quadros anunciava a sua renúncia com estas palavras:
“Senhores ministros: Esta reunião se destina a dar-lhes conhecimento de assunto da mais alta gravidade. Acabo de renunciar ao cargo de Presidente da República. Não posso governar com este Congresso. Os senhores organizem uma junta e assumam o poder. O ministro Pedroso Horta irá entregar a carta que efetiva este ato, às quinze horas, para lhes dar tempo de tomarem as medidas necessárias para acautelar a ordem pública.”
Os apelos dos comandantes Sylvio Heck, da Marinha, e Denys, do Exército, não foram suficientes para que ele, Jânio, culminasse o seu anúncio afirmando: “Daqui passarei pelo Alvorada para apanhar minha bagagem, que já está pronta. De agora em diante é com os senhores.” Coloca-se diante de nós a certeza de que tudo já estava preparado e que a renúncia não fora uma decisão impensada. Houve, podemos assim dizer, um
Ninguém entenderia ao certo o que levara Jânio Quadros a tomar esta decisão, depois de presidir as cerimônias do Dia do Soldado. Naquela oportunidade, ele agira de forma natural, entregando condecorações e assistindo ao desfile militar. O que realmente estaria acontecendo nos bastidores do Congresso Nacional? Nas mãos de quem estaria o futuro do Brasil naquele momento? Qual seria a reação do povo brasileiro ao tomar conhecimento da renúncia de Jânio Quadros? Na verdade, a situação política do Brasil estava insustentável e representava um sério perigo para a nossa democracia.
Aqui começa a verdadeira história do Golpe Militar, que culminou três anos depois. É um capítulo da nossa história que não se conta. É que, para muitos, trata-se de um lado podre da política nacional, que não se deve contar aos jovens de hoje. O importante, na realidade é tornar muitos “terroristas” em mártires de uma revolução, cujo objetivo era evitar a infiltração do comunismo no Brasil. Incoerência ou não, a verdade é que não se pode admitir que comunistas lutassem pela democracia.
No governo do povo, para o povo e pelo povo, onde as liberdades de pensamento, a liberdade de expressão e a liberdade religiosa são fatores primordiais para a sobrevivência de uma democracia, o comunismo não aparece como solução. A grande verdade é que o comunismo nos priva desses direitos. Exemplo disso podemos ver em países onde ele manda e desmanda, castrando a liberdade social, política, cultural e religiosa. Entregar nas mãos dos comunistas o destino da Nação era algo que não agradaria aos que não poderiam se desvincular dos seus direitos conquistados ao longo da nossa história.
Com a renúncia de Jânio, que chegou a sugerir a formação de uma junta para assumir o governo, Ranieri Mazzilli, então presidente do Congresso, deveria assumir os destinos da Nação. Era necessário manter o país dentro de uma calmaria, mesmo que esta fosse aparente, ou uma farsa, como desejarem. Mas a renúncia de um presidente não acontece do dia para a noite. Ela é resultado de pressões daqueles que, nas caladas das noites, promovem movimentos sórdidos, em busca de resultados para seus interesses particulares. E isso eles tentam a qualquer preço, até mesmo pelo preço da traição.
O Movimento comunista começava a se propagar, através de pessoas infiltradas no meio operário, entre os homens do campo e, principalmente, entre os estudantes, sensibilizando-os e influenciando-os para um movimento que culminaria com a desestruturação da ordem pública. E o “veneno” começava a fazer efeitos trágicos, levando o país a um caos político e social. Promessas mirabolantes eram colocadas diante deles, fazendo-os acreditar nas fantasias comunistas.
Fazia-se necessária uma cautelosa organização do movimento que eclodiria no dia 31 de março de 1964. Em Minas Gerais, mais precisamente em Juiz de Fora, as reuniões se tornavam cada vez mais frequentes. O coronel João Batista da Costa, chefe do EMR, chegou a perguntar ao General Olímpio Mourão Filho qual seria a finalidade do movimento, recebendo deste a seguinte resposta: “Para o restabelecimento do respeito à Constituição e salvaguarda de nossas tradições.” O coronel se prontificou dizendo: “Conte comigo, General Mourão, estou disposto a combater e morrer a seu lado.”
O movimento teve início no dia 30. Nesta reunião, em Juiz de Fora, o general Mourão, chegou a sugerir o dia 1º de abril para o golpe militar, alegando que ainda aguardava vários esclarecimentos. Ele recebeu do general Carlos Luis Guedes a seguinte resposta: “Não serve; é data que ninguém toma a sério. Em minha opinião estamos perdendo um tempo talvez decisivo; cada dia vale por dois – um ganho por Jango, outro perdido por nós, que já devíamos ter partido desde sexta-feira.”
Pelo desenrolar da história, o golpe militar de 31 de março não foi um movimento mal planejado. A preocupação diante de atitudes tomadas no governo de João Goulart ia tornando cada vez mais premente a necessidade de uma tomada de decisões, mesmo que isso representasse uma insatisfação para alguns, até mesmo de oficiais das Forças Armadas, que não comungavam com o pensamento dos idealizadores da revolução.
APROXIMAVA-SE O DIA 31 DE MARÇO
O dia 31 se aproximava e todos os detalhes eram decisivos para a eclosão do movimento revolucionário. As reuniões passaram a ser realizadas com mais freqüência e no dia 28 todos os comandantes das unidades se reuniram para estudarem os assuntos que, segundo eles, eram de suma importância para o sucesso de suas pretensões.
Estavam em pauta a mobilização geral da Polícia Militar; a coordenação com a Quarta Região Militar; o apoio de grupos e classes; o apoio do governo de Minas Gerais; armamento e equipamento; a aplicação dos planos já elaborados e a indicação de suspeitos a serem detidos.
No dia 29 foi realizada outra reunião, desta feita no gabinete do comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais. Ficou determinado que seria suspenso o curso de aperfeiçoamento de oficiais, com o recolhimento dos capitães-alunos às suas respectivas unidades. Foram suspensas também todas as licenças-prêmio e férias anuais. Na mesma reunião ficou decidido:
a) expedir mandado às unidades para se colocarem em ordem de marcha, com o recolhimento dos destacamentos e a suspensão do policiamento “Cosme e Damião”;
b) determinar à diretoria-geral das escolas de recrutas relativa tolerância para a incorporação;
c) recolher os delegados especiais;
d) promover a atualização dos endereços do pessoal da reserva para convocação;
Eram 10 horas da manhã do dia 29 de março quando o Estado-Maior Geral expediu as ordens de operações 1 e 2. Pela operação 1, todas as unidades e serviços da PM deveriam manter-se em rigorosa prontidão e já mobilizados. Também todos os destacamentos, contingentes e postos policiais deveriam recolher-se, permanecendo nos, pontos vitais. As unidades mobilizadas deveriam compor-se de 3 companhias de fuzis, de 170 homens cada, uma companhia de metralhadoras pesadas, leves ou mistas, de 134 homens.
A Operação 2 determinava, entre outras coisas, o isolamento do Estado de Minas Gerais, ficando a tropa em condições de atuar em várias direções. Determinava também que várias unidades integrassem os diversos destacamentos, com tropas do exército ou não. Tudo corria normalmente, restando apenas a ordem de execução. Os depósitos e postos de combustíveis seriam ocupados e haveria reforços no policiamento das barreiras e pontos de extrema importância. A ocupação imediata de Três Marias também seria ordenada.
Às 14 horas do dia 30 de março de 1964, o comandante, general Carlos Luis Guedes determinou a realização de uma reunião de oficiais e sargentos. Na oportunidade, todos ficaram sabendo que o movimento acabara de eclodir. O general Guedes anunciou:
“Minas está rebelada, com a minha concordância e integral apoio; a partir deste momento, nos desligamos do Governo Federal e passamos a constituir força autônoma integrada na Revolução; não nos conformamos em assistir, passivamente, ao desenrolar de acontecimentos que, fatalmente, nos conduzirão à anarquia e ao caos. Desejo agora ouvir os senhores.”
Notava-se, pelo semblante de cada um, que aquela decisão era desejada por todos. A sorte estava lançada e a partir dali, todas as medidas que a situação exigia foram adotadas de forma imediata e, consequentemente, postas em execução. Foram convocados outros oficias, além dos oito existentes, para a constituição do Estado-Maior Revolucionário.
Mas nem todos acreditavam que a Revolução seria um sucesso absoluto. O general Castelo Branco, por exemplo, em conversa telefônica com o general Guedes, disse para ele ser cuidadosa para não ser massacrado, chegando a sugerir que eles voltassem, mas o general Guedes respondeu que não voltariam e que iriam até o fim.
Outro fator preocupante era a posição tomada pelo governo do Estado de São Paulo. Até o meio-0dia de 31 de março, São Paulo não se manifestara e isso contrariava as expectativas dos revolucionários
O presidente João Goulart, que decidira pela esquerda, recebia o general Kruel que, para ficar ao lado de Jango, pediu que este demitisse Abelardo Jurema, Darcy Ribeiro e considerasse ilegais CGT, PUA, FORUM SINDICAL, UNE, entre outros. Somente desta forma ele, Kruel levaria o II Exército em defesa do seu governo. Em reposta, Jango bastante agitado, gritava que, primeiro iria esmagar Minas, para depois ver o que deveria fazer. Mas a situação não lhe era favorável e, dizendo que ia organizar a resistência, seguiu para Brasília, onde apanhou dez milhões de dólares guardados em sacos e fugiu.
Há fatos que, por mais que tentemos, não conseguimos entender. Na época da deflagração do golpe militar, eu tinha meus 23 anos, idade suficiente para analisar situações. Aceitar o regime comunista nunca esteve em meus planos. Por isso, sempre torci para que o golpe militar tivesse êxito, não com o desfecho trágico, com torturas e mortes. Sempre achava que o exílio seria um bom castigo para aqueles que, direta ou indiretamente, contribuiriam para a implantação do comunismo no Brasil.
Eu não entendia por que aquela gente lutava contra a ditadura militar, ao mesmo tempo em que defendia a ditadura comunista, muito mais nociva aos princípios democráticos. Até achava que muitos que assim agiam estavam sendo manipulados por pessoas inescrupulosas, que visavam tão somente a proliferação da anarquia, estimulados pela chamada “imprensa marrom”, financiada pelo símbolo da foice e do martelo. O brasileiro de verdade, acostumado aos direitos que lhe eram reservados, jamais vestiria a “camisa vermelha” da opressão comunista.
Não estava nos meus planos ver meus filhos manipulados por um regime mesquinho, que delicera a integridade moral do cidadão. Não participei de nenhum movimento político. O golpe militar não me atraiu por optar por torturas e mortes. O movimento anti-revolucionário não passava de uma ganância de uma dúzia de subversivos travestidos de “salvadores da pátria”. Melhor seria olhar de longe, esperando uma terceira opção.
Espero que a imprensa livre e imparcial tenha a coragem de mostrar aos brasileiros de hoje o outro lado da moeda. Por exemplo, ter a hombridade de relatar o que de positivo ficou ao longo dos 24 anos de ditadura militar. Seria ótimo mostrar a quantidade de assaltos, seqüestros, greves depredadoras, invasões criminosas do MST existentes naquele período. Assim poderemos fazer uma análise mais profunda e bem mais responsável do movimento de 31 de março de 1964.

segunda-feira, 7 de março de 2011

CARNAVAL: O QUE É, NA VERDADE?

JORNALISTA RACHEL SHEHERAZADE FALA A VERDADE SOBRE O CARNAVAL.

A VERDADE SOBRE O CARNAVAL

Resolvi aproveitar esta extraordinária reportagem feita pela jornalista Rachel Sheherazade, da TV Tambau, a respeito do Carnaval, como forma de conscientizar os nossos leitores quanto a realidade da Festa de Momo.

Hoje é quarta-feira de fogo, mas eu não vejo a hora de chegar a quarta-feira de cinzas.
Não, não é que eu seja inimiga do carnaval. Inclusive já brinquei muito: em clubes, nas prévias, nos blocos.... fui até à Olinda em plena terça-feira de carnaval... Portanto, vou falar com conhecimento de causa.
E, como um véu que se descortina, como uma máscara que cai, gostaria de revelar algumas verdades que encontrei por trás da fantasia do carnaval.

A primeira delas: o brasileiro adora carnaval.
Não acredito. Na paraíba, por exemplo, o maior bloco de arrasto disse ter registrado cerca de 400 mil foliões no desfile do ano passado. Mas, a população paraibana conta com mais de 3 milhões e 600 mil cidadãos.
Portanto, a maioria da povo não foi para a rua ou por que não gosta de carnaval ou por que não se reconhece mais nessa festa dita popular.
Segunda falsa verdade: o carnaval é uma festa genuinamente brasileira.
Não, não é. O carnaval, tal como o conhecemos, surgiu na Europa, durante a era vitoriana, e se espalhou pelo mundo afora, adaptando-se a outras culturas.
Quarta falsa verdade: É uma festa popular.
Balela! O carnaval virou negócio – dos ricos. Que o digam os camarotes VIP, as festas privadas e os abadás caríssimos, chamados "passaportes da alegria".
E quem não tem dinheiro para comprar aquele roupinha colorida não tem, também, o direito de ser feliz??? Tem não.
E aqui, na Paraíba, onde se comemoram as prévias não é muito diferente. A maioria dos blocos vive às custas do poder público e nenhuma atração sobe em um trio elétrico para divertir o povo só por ser, o carnaval, uma festa democrática.
Milhões de reais são pagos a artistas da terra e fora dela para garantir o circo a uma população miserável que não tem sequer o pão na mesa.
Muitas coisas, hoje, me revoltam no carnaval.
Uma delas é ouvir a boa música ser calada à força por "hits" do momento como o "Melô da Mulher Maravilha", e similares que eu nem ouso citar.
Fico indignada quando vejo a quantidade de ambulâncias disponibilizadas num desfile de carnaval para atender aos bêbados de plantão e valentões que se metem em brigas e quebra quebra.
Onde estão essas mesmas ambulâncias quando uma mãe de família precisa socorrer um filho doente? Quando um trabalhador está infartando? Quando um idoso no interior precisa se deslocar de cidade para se submeter a um exame?
Me revolto em ver que os policiais estão em peso nas festas para garantir a ordem durante o carnaval, e, no dia a dia, falta segurança para o cidadão de bem exercitar o direito de ir e vir.
Mas o carnaval é uma festa maravilhosa! Dizem até que faz girar a economia. Que os pequenos comerciantes conseguem vender suas latinhas, seu churrasquinho....
Se esses pais de família dependessem do carnaval para vender e viver, passariam o resto do ano à míngua.
Carnaval só dá lucro para donos de cervejaria, para proprietários de trios elétricos e uns poucos artistas baianos. No mais, é só prejuízo.
Alguém já parou para calcular o quanto o estado gasta para socorrer vítimas de acidentes causados por foliões embriagados? Quantos milhões são pagos em indenizações por morte ou invalidez decorrentes desses acidentes?
Quanto o poder público desembolsa com os procedimentos de curetagem que muitas jovens se submetem depois de um carnaval sem proteção que gerou uma gravidez indesejada?
Isso sem falar na quantidade de DST’s que são transmitidas durante a festa em que tudo é permitido!
Eu até acho que o carnaval já foi bom... Mas, isso foi nos tempos de outrora.

Depois de vermos este comentário da jornalista Rachel Sheherazade, vale a pena vermos também o resultado negativo que o Carnaval nos apresenta, através dos dados seguintes:

Mais 34 morrem e número de vítimas em acidentes nas BRs chega a 129

Mais 34 pessoas morreram no domingo (6/3/2011), em acidentes nas rodovias federais em todo o País, elevando o número total de mortos desde o início do carnaval para 129. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 7, pela Polícia Rodoviária Federal em seu terceiro relatório parcial da Operação Carnaval 2011.
Ontem, foram registrados 611 acidentes, com 524 feridos. Também foram realizados 5.570 testes com bafômetro, sendo que 321 apresentaram resultado positivo. Foram presas 152 pessoas por embriaguez. Ao longo do domingo, 25.067 veículos e pessoas foram fiscalizados.
A operação especial da Polícia Rodoviária Federal segue até a quarta-feira e tem como meta diária fiscalizar cerca de 23 mil veículos/pessoas.
Minas. Na manhã desta segunda-feira, três pessoas da mesma família morreram em um acidente ocorrido na BR-381, em Ravena, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, um Opala, onde estavam o pai, a mãe e o filho, teria saído da faixa e invadido a pista contrária, na altura do km 440, colidindo de frente com um caminhão.
Os bombeiros foram acionados para resgatar as vítimas, que ficaram presas às ferragens. O motorista do caminhão não ficou ferido. Segundo a PRF, não houve interdição na rodovia.
E agora??? Você ainda acha que o Carnaval traz alegrias para todos, ou é daqueles que acreditam que a festa de Momo não passa de alegrias efêmeras, com trágicos resultados?

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

MENSAGEM AOS AMIGOS E SEGUIDORES DO NOSSO BLOG

EXTERNAMOS OS NOSSOS MAIS PROFUNDOS AGRADECIMENTOS ÀQUELES QUE OPTARAM PELOS NOSSOS TRABALHOS AO LONGO DOS ANOS, NA CERTEZA DE QUE AINDA TEMOS MUITO A OFERECER! QUE O NOSSO BONDOSO, AMOROSO E MISERICORDIOSO DEUS CONTINUE NO CONTROLE DE TODAS AS COISAS E QUE SUAS GRANDIOSAS BÊNÇÃOS ALCANCEM A TODOS, INDISTINTAMENTE!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

OS TRÊS VISITANTES

Enviaram-me esta mensagem e decidi registrá-la aqui, para a meditação daqueles que seguem este nosso blog. Nada melhor do que termos um momento de reflexão antes de tomarmos uma decisão. Uma opção errada pode causar danos irreparáveis, que nos acompanharão até a nossa "última morada"!

Uma mulher regava o jardim de sua casa e viu três idosos com os seus anos
de experiência em frente ao seu jardim. Ela não os conhecia e lhes
disse: "Não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem em
minha casa para que possam comer algo". Eles perguntaram: "O homem da
casa está?". "Não", respondeu ela, "não está". "Então não podemos
entrar", disseram eles. Ao entardecer, quando o marido chegou, ela
contou-lhe o sucedido. O marido lhe disse: "Então vá lá e diga a eles
que já cheguei e os convide para entrar". A mulher saiu e convidou os
homens para entrarem em sua casa. "Não podemos entrar numa casa os três
juntos", explicaram os velhos. "Por que?", quis saber ela. Um dos
homens apontou para outro dos seus amigos e explicou: "O nome dele é
Riqueza". Depois apontou para o outro. "O nome dele é Êxito, e eu me
chamo Amor. Agora entre e decida com o seu marido qual de nós três
vocês desejam convidar para entrar em vossa casa". A mulher entrou em
casa e contou a seu marido o que eles lhe haviam dito. O homem ficou
muito feliz e replicou: "Que bom! Já que é assim, vamos convidar a
Riqueza, que entre e encha a nossa casa". Sua esposa não estava de
acordo: "Querido, por que não convidamos o Êxito?". A filha do casal
estava escutando tudo e veio correndo a dizer: "Não seria melhor
convidar o Amor? Nosso lar ficaria então cheio de amor". "Vamos escutar
o conselho de nossa filha", disse o esposo à sua mulher. "Vá lá fora e
convide o Amor para que seja nosso hóspede". A esposa saiu e
perguntou-lhes: "Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso
convidado". O Amor levantou-se de sua cadeira e começou a avançar para
a casa. Os outros dois também levantaram-se e o seguiram. Surpresa, a
mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito: "Só convidei o Amor, por que
vocês estão vindo também?". Os homens responderam juntos: "Se tivessem
convidado a Riqueza ou o Êxito os outros dois permaneceriam aqui fora,
mas já que convidaram o Amor, aonde ele vai, nós vamos com ele". Onde
houver amor, há também riqueza e êxito. O MEU DESEJO PARA VOCÊ É: Onde
haja dor, desejo Paz e Felicidade. Onde haja falta de fé, desejo uma
confiança renovada em sua capacidade para superá-la em Jesus Cristo.
Onde haja medo, desejo amor e valor na Palavra de Deus.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

CONHECENDO MELHOR O PARTIDO DOS TRABALHADORES!

Dizer que o PT é um partido prepotente, arrogante, egoísta, ganancioso e ingrato, parece um grande exagero. Mas se levarmos em consideração os fatos que nos deixam à vontade para usarmos estes adjetivos, nada aqui é fantasia. A prepotência é uma característica própria do Partido dos Trabalhadores, que se considera impecável, intocável, inatingível. A arrogância é comprovada a partir do momento em que tudo gira em torno de uma pessoa, enquanto os demais apenas assistem as manobras bem articuladas, com apenas o direito a duas opções: concordar ou ser expulso do partido. O egoísmo está no fato de sempre ser o primeiro, passando por cima de tudo e de todos. Fato comprovado está nas eleições para governadores, onde o PT sempre aparece na “cabeça da chapa”, sem chance para outros partidos que o apóiam. A ganância é incontestável, quando usa de todos artifícios, até mesmo os mais sujos possíveis para chegar ao poder. A ingratidão está no fato de não ter o mínimo respeito àqueles que serviram de mola propulsora para o sucesso do PT nas urnas. Basta lembrar a primeira vitória do presidente Lula, em 2002. Depois de receber o apoio do PMDB, reconhecidamente o maior partido político do Brasil, os militantes do PT não tiveram a elegância de agradecer a ajuda recebida, sem a qual, o dono do PT teria saboreado sua quarta derrota consecutiva. A força do PMDB foi demonstrada com a vitória da grande maioria dos governadores. O PT fez apenas dois governadores, o que demonstra a insignificância do Partido dos Trabalhadores e a sua fragilidade nas urnas. Mas os fatos não param por aí. O Partido dos Trabalhadores demonstra ser uma organização incoerente, quando diz ter combatido a ditadura militar, ao mesmo tempo em que abraça enfaticamente o ditador Fidel Castro, o Mussolini do século XXI, apoiando com veemência a ditadura cubana. O Partido dos Trabalhadores se diz defensor da democracia, ao mesmo tempo em que vive em conluio com o ditador venezuelano Hugo Chaves, o Hittler do presente século. O Partido dos Trabalhadores fala em ética e moral, enquanto mantém em seus quadros, elementos de alta periculosidade, como José Genuíno, José Dirceu, Antônio Palocci, José Mentor e outros não menos perigosos. Por outro lado, não se pode falar em ética, honra, dignidade e moralidade quando, em menos de quatro anos no poder, o governo Lula já supera os governos Sarney, Fernando Henrique e Itamar Franco em número de corrupção, enquanto se agravam as mais recentes denúncias envolvendo a ministra da Casa Civil. A grande verdade é que o PT tem sido o principal protagonista da imoralidade nacional. Lembremos aqui a crise política que envolveu o Senado, com graves denúncias contra o senador José Sarney. O Senador petista Aloísio Mercadante, usando a tribuna do Senado, fez um pronunciamento avassalador contra o Presidente do Senado, fato que gerou perplexidade entre os senadores da oposição. No dia seguinte, o presidente Lula convocou o senador Mercadante para uma “conversa” e, depois de um longo “conselho”, o senador voltou à tribuna e desafinou no discurso. A partir daí, forjaram uma Comissão de Ética orientada pelo Palácio do Planalto e composta por petistas e peemedebistas subservientes. O resultado todos já sabem. Foi o Presidente Lula, dono do PT, que recebeu do Deputado Federal Roberto Jefferson, a informação sobre a existência do Mensalão, mas depois foi à imprensa dizer que não sabia de nada. Se tivesse ficado calado, teria sido bem mais feliz. Sua afirmação de que não sabia o que acontecia debaixo de seu nariz, foi o mesmo que assinar um atestado de incompetência e de negligência. Para não causar mais danos ao PT, Roberto Jefferson foi silenciado com a cassação, enquanto a quadrilha continuou agindo sem ser incomodada. Lembro que lá pelos idos de 1970, o PT era um partido que tinha uma filosofia política própria e não aceitava de forma alguma, aproximação com os outros partidos, principalmente o MDB, depois PMDB e o PFL, seus principais algozes. Esta moral forçada se prolongou até a terceira derrota consecutiva do Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência da República (1990, 1994, 1998). Mas a ganância pelo poder falou mais alto. O PT queria o poder a qualquer custo e a única saída era “jogar a toalha” e se curvar diante do PMDB, a quem foram oferecidos todos os Ministérios, descartando qualquer possibilidade de um petista assumir um cargo no Primeiro Escalão do Governo. Eles tiveram que engolir o PMDB e os militantes do PT foram obrigados a aceitar a imposição do seu chefe maior. Aliás, o PT tem o seu Diretório Nacional apenas de fachada, pois quem dita as regras é o Poderoso Chefão. Quem se posicionar contrário é sumariamente expulso. Caso conhecido nacionalmente foi o da senadora Heloisa Helena e outros que acabaram criando o PSoL. Pode-se afirmar que lá, no PT, ninguém tem voz, nem vez. Sabem que até os ministros se curvam diante dos momentos neuróticos do Presidente? Se não for assim, perdem o emprego! Quando se fala em Ditadura Militar e golpe de 1964, os militantes do PT se exaltam e dizem que foram peças fundamentais para a conquista da democracia. Antes de acreditar nessa exaltação precisamos saber que naquela época, o PT era tão pequeno que nem dava para ser levado a sério. A luta mesmo foi entre MDB e ARENA. O grande fato histórico fica por conta da Constituição de 1988, com a participação significante do PMDB, tendo à frente Ulisses Guimarães que, se vivo estivesse, teria vergonha do seu partido. E sabem que o PT foi contra a promulgação da Constituição de 88? Pois é verdade! Só que até hoje eles não conseguem justificar aquela sua posição. É que, naquela época, o PT era contra a tudo para aparecer na mídia, mas sua pequenez nem fazia diferença. Este é o Partido dos Trabalhadores, que muitos admiram mas poucos o conhecem de verdade. Derrotado na primeira tentativa de chegar à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva ainda alimentava o sonho de que o PT tinha plenas condições de vencer adversários poderosos, a exemplo do PMDB. Puro engano! Veio a segunda tentativa, nova decepção e mais uma prova de que, sozinho, o Partido dos Trabalhadores não passava de um partido “nanico”. Mesmo assim, o PT insistia em mais uma campanha frustrada. Era a terceira derrota consecutiva. A ganância pelo poder levou o PT a se tornar igual àqueles a quem tanto criticava. Somente com o apoio do PMDB e de outros partidos, como PDT e PTB, Luiz Inácio Lula da Silva consegue sua primeira vitória que, diga-se de passagem, não foi uma vitória do PT, mas de uma coligação impulsionada pelo maior partido político do país, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, premiado com a promessa de ocupar quase 100% dos Ministérios. Por ironia do destino, ali estava justamente o PMDB, tantas vezes “massacrado” pelos militantes petistas, retribuindo com flores os espinhos antes recebidos. Mas, envolvido pelo manto da ingratidão, o PT não teve a hombridade de dizer simplesmente “muito obrigado” aos seus aliados, responsáveis maiores pelo seu sucesso. De santo para diabo o pulo foi rápido. O PT pregava uma política de honestidade, como represália ao que ele chamava de “regresso nacional”, referindo-se aos governos de seus adversários. Muitos, inclusive eu, até torciam para vê-los no poder. Até se perguntava: - a quem os petistas farão oposição, caso assumam o poder? Finalmente, eis o Partido dos Trabalhadores no poder! Uma frase do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, chegou a chamar a atenção: “NO MEU PALANQUE CORRUPTO NÃO SOBE! NO MEU GOVERNO CORRUPTO NÃO ENTRA!” Só que eles já estavam lá, lado a lado, ouvindo o inocente discurso do candidato sonhador! O resultado foi desastroso! As denúncias de corrupção se sucediam de forma assustadora. Foram com muita sede ao pote! Os discursos improvisados do presidente Lula passaram a ser provas incontestes de que ele calado era uma enciclopédia. Para coroar a incompetência de quem sabia muito bem governar do lado de fora, os atos de corrupções em oito anos de governo petista superaram as corrupções nos governos Sarney, Fernando Henrique e Itamar Franco. Era muito pouco para quem pregava ética, honestidade e outras coisas mais. Sem moral para coibir a onda brutal de desonestidade, o PT manteve em seus quadros, elementos de alta periculosidade. E lá ficaram “cuspindo na cara dos brasileiros”: José Dirceu, José Genoíno, Antônio Palocci, José Mentor e outros não menos perigosos. Tentando mostrar idoneidade moral, o presidente Lula “exigiu” da Polícia Federal, da Polícia Civil e do Ministério Público, investigações rigorosas contra os corruptos. Muitos foram investigados com rigor, mas somente quem fazia oposição ao Palácio do Planalto era castigado. Vejam o caso de José Sarney como um exemplo claro de uma farsa bem planejada. O único que foi preso e humilhado na Superintendência da Polícia Federal foi o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, vítima de uma armação, cujo protagonista principal foi Durval Barbosa, um sujeito marcado por uma tonelada de processos e que até hoje continua como o grande herói da trama palaciana.

CALAR: UM ATO DOS COVARDES!!!

O Brasil continua sendo o país da indiferença e do comodismo. Como 70% dos brasileiros ainda vivem numa miserabilidade incontestável, existe aquele prazer de se esperar por dias melhores, acreditando-se nas promessas de políticos enganadores, mentirosos e corruptos. Tem gente por aí prometendo um salário de 2.500 reais e a redução da carga horária de 40 para 35 horas, sem que haja redução salarial. E tem gente que vai na onda. Mas as aberrações não param por aí. As ondas de corrupção envolvendo políticos brasileiros, não foram suficientes para levar os eleitores a uma reflexão contra os “exterminadores” na moral e da ética. Aqui, quanto mais corrupto, mais aplaudido. E a popularidade vai de vento em popa como se eles fossem verdadeiros deuses. Às vezes fico a pensar por que o eleitorado é tão burro (desculpem a sinceridade), ao ponto de se deixar levar por promessas mentirosas. Não costumo perder meu tempo com horário eleitoral, para mim um atentado ao bom gosto dos telespectadores. Mas um dia vi alguém falar em moral e ética. Fiquei irritado ao saber que este elemento é mau caráter e, acima de tudo, covarde e traidor. Mas lá está ele, com cara de santo, ludibriando o sentimento do eleitor. O pior é que este elemento está com um índice invejável. Num país como este, dá vontade do cidadão se corromper. Afinal, ser honesto aqui é ser ingrato consigo mesmo. Em qualquer país de Primeiro Mundo, mais da metade de candidatos ao Senado, à Câmara Federal e até mesmo à Presidência da República, não teriam suas canditaduras homologadas pelo STE. Bastaria, para isso, voltarmos ao passado e vermos quem está em condições de governar este país. A Ficha Limpa é um engodo que dá privilégios àqueles que se escondem na sombra dos detentores do poder, enquanto outros ficam numa expectativa traumática, quanto a possibilidade de ser ou não candidato. No Brasil, todos são Fichas Sujas e, conseqüentemente, não têm a mínima condição moral e ética para defender o povo brasileiro. Mas, num país onde há 70% de analfabetos, os corruptos bradam, choram, esperneiam e usam de todos os artifícios para sensibilizar as mentes poluídas dos eleitores miseráveis. Ouvi uma depoimento que me deixou triste e revoltado. Um desses que se deixam levar pela necessidade das esmolas governamentais, chegou a dizer-me: “agora a gente tem um dinheirinho pra comprar o leite dos meninos e ainda sobra pra gente tomar uma cervejinha!”. É esse o tipo de eleitor que escolhe um presidente do Brasil. São esses os eleitores que colocam no Congresso, senadores e deputados federais. São esses os eleitores que se calam diante de uma realidade que se esconde por trás das esmolas oferecidas pelo Governo. Eles não sabem que o Brasil continua pobre, miserável e inseguro para nós e os nossos próprios filhos. Eles se calam diante da realidade de que precisam abrir os olhos para uma outra realidade: a de que as favelas se multiplicam e com elas a violência. Eles precisam saber, entes de aplaudir as esmolas que recebem, que aumenta a cada dia o tráfico de armas e de drogas e que os mesmos que financiam as esmolas, que se transformam em votos, são os que nada fazem para garantir o futuro de seus filhos e netos. No dia em que os analfabetos não tiverem direito ao voto, os politiqueiros se sentirão desmascarados. Aí, sim, eles terão vergonha na cara e não mais poluirão a mente humana com suas mentiras desvairadas. Aí, o povo brasileiro já estará conscientizado de que Calar é um ato dos covardes.