sábado, 26 de julho de 2014

POLITICAGEM E POLITIQUEIROS: QUEM SÃO ELES?

(Clique em cima da figura)

                       O MUNDO INGRATO DA POLÍTICA
Gostaria de iniciar esta minha postagem com essas palavras proferidas por JESUS CRISTO: “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Amem os seus amigos e odeie os seus inimigos’. Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem  pelos que perseguem vocês, para que vocês se tornem filhos do Pai de vocês que está no céu. Porque ele faz com que o sol brilhe sobre os bons e sobre os maus e dá chuvas tanto para os que fazem o bem como para os que fazem o mal”. Talvez você tenha ficado perplexo diante desta minha atitude! Mas vamos em frente, até que eu consiga alcançar o meu objetivo.
Minha primeira experiência política foi aos 16 anos, em Campina Grande, na campanha do Sr. Severino Bezerra Cabral, para prefeito daquela cidade. De lá até os meus 53 anos convivi com alguns partidos (UDN, PSD, ARENA, MDB, PMDB, PFL, PDT, PTB) e diversos políticos, dos mais ao menos descarados, maldosos e meia dúzia de honestos. Ao longo dos anos, fui convidado a candidatar-me a vereador. Mesmo sabendo das possibilidades de sair vitorioso, temi ser contaminado pelo vírus da corrupção. Fui mais inteligente!
Durante muitos anos assessorei prefeitos e vereadores. Por muitas vezes redigi Proposições, Ofícios, Requerimentos e Projetos de Lei; tive a honra de coordenar programas radiofônicos e  comitês eleitorais. Preparei inúmeros discursos para candidatos em campanhas políticas. Foram oito anos de assessoria na Câmara Municipal de Patos; sete anos de assessoria da Prefeitura Municipal da mesma cidade; quatro anos na assessoria da Câmara Municipal de Araripina e, ao todo, trinta e sete anos de vitórias e derrotas (1957-1994) na política. Esse tempo foi suficiente para conhecer as mais diversas personalidades dos políticos e as mais estranhas artimanhas dos partidos em busca de sucessos a todo custo. Certo candidato me disse que para ganhar uma eleição, fazia acordo até com o Diabo e que depois de eleito daria um chute no traseiro dele e o mandaria para o inferno.
Tive meus momentos de alegrias e de decepções. Entregava-me de corpo e alma em defesa dos mais diversos propósitos e dos mais estranhos ideais. Vi discursões verbais entre vereadores se transformarem em agressões físicas (alguns que estiveram envolvidos vão ler e lembrar deste fato). Usei de minha lealdade e de minha fidelidade político-partidárias e as recíprocas não foram verdadeiras. Fui vítima de ingratidão, mas mantive-me firme, sem levar em consideração a falta de reconhecimento dos ingratos. Conheço colegas que se elegeram e desistiram de uma possível reeleição, decepcionados com a realidade política.
Certa vez, em conversa com um determinado vereador muito amigo meu, ouvi-o dizer que era necessário abraçar os inimigos políticos na esperança de transformá-los em amigos. Foi aí que eu lhe disse: “Realmente, é bom que você aja assim, mas é mais importante abraçar os inimigos sem ser indiferente àqueles que lhe são fiéis”. Hoje, esse mesmo cidadão, já esquecido por aqueles a quem abraçou como sendo seus “amigos”,  foi lançado no mundo dos esquecidos. Até tem recebido críticas injustas. Condeno ataques agressivos, por ser consciente de que ninguém é 100% correto, nem 100% incorreto. Principalmente quando colocamos em evidência o mundo podre e nojento da política.
Na política, todos merecem ser respeitados, mas nem todos merecem  confiança. Conheço pessoas que foram beneficiadas, por muitos anos, mas na primeira oportunidade “viraram a casaca” e caíram nos braços dos primeiros que lhes “estalaram o dedo”. Esses são os chamados OPORTUNISTAS, pessoas maliciosas, traiçoeiras, incapazes de conviverem em sociedade. São manchas negras, podres e indesejáveis numa sociedade que precisa de pessoas idôneas. São elementos de sorrisos hipócritas, prontos para o “bote” fatal contra os ingênuos.
Não tenho a memória curta, apesar da minha idade já avançada (72 anos). Ainda sou capaz de lembrar pessoas que bajularam ao máximo, determinados políticos e, hoje, cobertas pelos mantos da ganância e da covardia, lançam seus mais mortíferos “venenos” contra aqueles que as protegeram e muito fizeram em seu benefício. Omito-me a citar nomes. Enoja-me ver que ainda existem pessoas assim. Entristece-me saber que elas sempre existirão e que ainda existem  políticos que depositam confiança em certos elementos.  Estes pobres e enganados políticos serão suas próximas vítimas. Basta esperar para ver. E como eu vou esperar!!!
Já estive ao lado de muitos políticos e convivi com vários partidos. Mudei de opiniões, mas nunca mudei de comportamento, ao ponto de denigrir a imagem de “A” ou de “B”, mesmo sendo vítima da covardia de uns e da indiferença de outros. Sempre mantive o bom caráter, uma herança paterna. Fiz questão de manter a amizade com todos, mesmo estando de lados opostos. É por isso que sempre tenho livre acesso aonde vou e onde chego. Esforço-me para que a minha idoneidade moral seja sempre respeitada para o orgulho dos meus filhos e de todos os que me cercam.  Muitos ainda precisam  aprender que o respeito ao semelhante faz parte de uma política bem mais evoluída e agradável: a política da moralidade.
E foi acompanhando as mensagens postadas no Face book, todas elas com o intuito de defender ou acusar este ou aquele candidato, que resolvi escrever e publicar o que penso a respeito. De início, relutei, mas ao ver pessoas ingratas “massacrando” determinados cidadãos, não resisti. A educação que recebi faz com que eu desconheça aquele que usou da ingratidão para comigo, sem fazer uso de termos agressivos. A indiferença é a maneira mais prática e mais saudável para tratarmos quem não merece a nossa confiança. Mostrar a verdade de forma elegante não faz mal a ninguém. Maltratar incita o outro lado a uma reação indesejada.
Há pessoas que não conseguimos esquecer, por mais que queiramos, inclusive nos meios políticos, onde encontrar homens de caráter não é uma tarefa fácil. Sinto muitas saudades de pessoas com a idoneidade moral dos saudosos  Edmilson Fernandes Motta e Rivaldo Medeiros da Nóbrega, de quem fui Assessor de Imprensa durante os seus governos.  Conheci muitos outros iguais a eles, que prefiro não citá-los para evitar o desconforto da omissão. Que estes e outros de igual caráter não se incluam e nem se assemelhem aos indecentes, cujos exemplos são citados neste texto.

(Adalberto Pereira)

sábado, 12 de julho de 2014

LE RETOUR DES LES BLEUS

Dimanche 6 juillet 2014 - 14:49 - Avec l'AFP

Autographes, remerciements, acclamations... Les Bleus de Didier Deschamps sont rentrés dimanche en France, accueillis à l'aéroport du Bourget, près de Paris, par de nombreux supporteurs enthousiastes.
Les joueurs, qui avaient quitté samedi leur camp de base de Ribeirao Preto pour rentrer à Paris, via Rio de Janeiro, ont atterri peu après 12h.

Après un court moment à l'intérieur de l'aéroport, emmenés par le milieu Mathieu Valbuena, accompagnés du sélectionneur Didier Deschamps, les Tricolores sont tous sortis rencontrer les supporteurs, pour signer des autographes. Les 23 joueurs, en survêtement, ont passé quelque minutes auprès de leur fans, qui avaient afflué tout au long de la matinée, avant de monter chacun dans un taxi.
Rassemblés devant le terminal du Bourget, les supporteurs, maquillés et munis de drapeaux nationaux, avaient bravé le mauvais temps pour saluer leurs idoles en criant : "Allez les Bleus", "Merci les Bleus", fredonnant aussi la Marseillaise. "Ils sont remontés dans notre estime par leur comportement. Ils ont redoré l'image de l'équipe et de la France", se félicitait Leslie Filiatre, 19 ans, enveloppée du drapeau français.
Source d'information: Fédération Française de Football

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A EVOLUÇÃO FRANCESA CALA OS CRÍTICOS ESPORTIVOS BRASILEIROS

A SELEÇÃO FRANCESA DE FUTEBOL, DESACREDITADA PELA IMPRENSA BRASILEIRA, EVOLUIU COM UM FUTEBOL MODERNO E CHEGOU ÀS QUARTAS DE FINAL DA COPA DO MUNDO 2014! SURPREENDEU ATÉ MESMO OS MAIS PESSIMISTAS CRÍTICOS ESPORTIVOS, MANTEVE-SE INVICTA  E MANDOU A NIGÉRIA MAIS CEDO PARA CASA!

terça-feira, 24 de junho de 2014

CRIME ECOLÓGICO


A VISÃO DISTORCIDA DA HUMANIDADE

Será que os crimes contra a ecologia são  responsáveis pelas catástrofes mundiais?

Já estamos cansados de ouvirmos dizer que todas as tragédias que assolam este Universo imenso, levando milhões de pessoas à morte e outros tantos ao desabrigo, nada mais é do que a revolta da natureza, pela ação criminosa do homem contra ela. Aí vem uma visão humana distorcida com exemplos dos mais diversos, como, entre muitos, o desmatamento desordenado, que muitos chamam de “crime ecológico”.
Eu posso até ser criticado, mas não concordo com essa versão. Na minha limitada visão humana essa desculpa não condiz com a realidade. Dizer que a Natureza se rebela contra os seus agressores, nada mais é do que querer tirar de Deus o poder de agir contra aqueles que desobedecem aos seus ensinamentos.  
E por que eu penso assim? Em que eu me fundamento para expor esta minha convicção? Bem, eu começaria mostrando com toda a clareza que o homem tem provocado a ira de Deus, não por devastar a floresta Amazônica. Deus pouco se importa com isso. Quando Deus destruiu o mundo com o dilúvio, o homem nem pensava em desmatar a Amazônia. A causa da destruição de Sodoma e Gomorra não foi resultado de um crime provocado pelo homem contra a natureza.
No caso do dilúvio, temos a seguinte explicação: “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; então se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. Disse o Senhor: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os repteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito.” (Gênesis 6:5, 6 e 7). Logo, a causa do dilúvio foi a desobediência do homem. Nada de desmatamento. A própria desobediência do homem faz com que Deus, lance sua ira contra a terra e destrua o que Ele mesmo construiu, inclusive as árvores. E para isso, ele não precisa da ação humana. Se você tivesse um “tempinho” para Deus, talvez você entendesse essas coisas.
No caso da destruição de Sodoma e Gomorra, temos a seguinte justificativa: “Disse mais o Senhor: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito. Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim; e, se assim não é, sabê-lo-ei.” (Gênesis 18:20-21). Deus enviou dois anjos, que confirmaram os pecados cometidos por aquele povo, rebelando-se contra Deus. Não foi nada referente a crimes ecológicos.
Quando Deus expulsou Adão e Eva do paraíso não foi porque eles haviam cometido algum crime contra a ecologia. A causa da expulsão foi a desobediência. E o que é desobediência? É fazer o que Adão fez. “E o Senhor Deus lhe deu essa ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gênesis 2:16-17)
Será que o que acontece hoje, tem algo a ver com a desobediência a Deus? Vejamos o que nos diz o Senhor em Levítico 20:9-13: “Se um homem amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, será morto; amaldiçoou a seu pai ou a sua mãe; o seu sangue cairá sobre ele. Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera. O homem que se deitar com a mulher de seu pai terá descoberto a nudez de seu pai; ambos serão mortos;  o seu sangue cairá sobre eles. Se um homem se deitar com a nora, ambos serão mortos; fizeram confusão; o seu sangue cairá sobre eles. Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse  mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles.”
A grande verdade é que os filhos continuam maltratando os pais; o homem continua adulterando em alta escala; filhos continuam tomando mulher dos pais como se isso fosse a coisa mais normal do mundo; quantos homens não continuam trocando a esposa pela sogra e achando que isso é algo sensacional; políticos, juízes e promotores liberam de forma descarada a união de pessoas do mesmo sexo. E a culpa das catástrofes que ceifam milhões de vidas é lançada sobre aqueles que, segundo as leis humanas, provocam crime contra a Natureza.
A cada dia que passa, o homem prova que desconhece a verdade. A cada dia, o homem tenta afastar a humanidade de uma realidade que se esconde por trás das invencionices daqueles que tentam descaracterizar a perfeição Divina. Deus ainda diz: “O homem ou mulher que sejam necromantes ou sejam feiticeiros serão mortos; serão apedrejados; o seu sangue cairá sobre eles.” (Levítico 20:27). Em desobediência ao que Deus condena, o homem continua procurando soluções para os seus problemas recorrendo aos adivinhos, aos feiticeiros e às cartomantes. E a culpa de tudo ruim que acontece recai sobre o que  acostumamos chamar de “crime ecológico”. Daí surgirem todos os tipos de campanhas para a preservação da Natureza.
Se o homem voltasse mais o seu olhar para Deus, dando-lhe mais credibilidade! Se o homem afastasse um pouco do seu “ego” das coisas materiais e se achegasse um pouquinho às coisas espirituais! Se a humanidade fosse menos idólatra e olhasse com mais atenção para o que Deus ORDENOU em Êxodo 20:1-17, com certeza o mundo seria bem melhor, menos catastrófico, menos violento e o coração maligno de muitos seria substituído por um coração amoroso. Infelizmente, é muito difícil convencer o homem de que Deus condena a fabricação de imagem de escultura e a sua adoração (Êxodo 20:4 e 5). E como o homem continua fabricando e adorando imagens, a ira de Deus se faz presente nas enchentes, nos desabamentos e nas doenças mortíferas (câncer, Aids, etc.).
Achando pouco tudo isso, nossos representantes maiores (deputados e senadores), além de juízes e promotores, facilitam cada vez a aproximação do homem das coisas diabólicas, ignorando os ensinamentos Divinos. Aí está a liberação da união de pessoas do mesmo sexo (leiam Levítico 19:13). A desmoralização da família, através de leis anti-bíblicas. Proibir nas escolas as comemorações alusivas ao dia dos pais e ao dia das mães e excluir dos documentos os termos “PAI” e “MÃE”, não passa de uma atitude satânica, algo desprezível para uma sociedade que busca o respeito à família. Aprovar a realização de cirurgias para mudança de sexo é ir contra o que Deus determinou ao criar HOMEM e MULHER (Adão e Eva). Isso também é diabólico. E ainda botam a culpa no “Crime Ecológico”, por todo o tipo de desgraça que acontece neste mundo pervertido, dominado pelos anticristos.
As pessoas perderam o respeito a Deus e viraram as costas aos seus ensinamentos. A teimosia humana tem levado as pessoas ao alto índice de suicídios, ao mesmo tempo em que a criminalidade aumenta de forma assustadora. Não há mais respeito uns para com os outros. A impunidade, resultado de leis mentirosas, frágeis e discriminatórias, leva o ser humano a comportamentos desagradáveis aos olhos de Deus. É lamentável o número de adeptos dos horóscopos, enquanto o Poder de Deus é colocado em “xeque-mate”. Muitas igrejas se transformaram em verdadeiras empresas, onde o poder aquisitivo supera em muito o Poder Divino.
O materialismo tem distanciado cada vez mais o homem da  presença de Deus e já não há mais tempo para um diálogo com o Criador, através das já banalizadas orações. Por mais que Deus tente se aproximar da humanidade, esta insiste em se afastar de sua presença. Não é anormal ouvirmos pessoas dizerem, batendo no peito: “Ninguém manda em mim. Eu faço o que quero e não devo satisfação a ninguém!”. É difícil e até impossível convencer as pessoas de que Deus está no controle de tudo e que somos 100% dependentes dele. Quem sabe, um dia, quando tudo estiver completamente perdido, o homem queira chegar perto de Deus, implorando o seu perdão!
Aí será tarde demais! Deus enviou seu Filho Jesus Cristo para trazer a mensagem da salvação; para transformar os corações perversos em corações perdoadores, amáveis e sadios. Agora, Ele enviará o mesmo Jesus Cristo com  uma missão final: Ele virá, não para perdoar, mas para julgar e mandar uns para o céu, outros para o inferno. E não adianta chorar nem espernear! Não vão adiantar os gritos e os clamores, pois o tempo do arrependimento já não mais existirá! Infelizmente as pessoas se aproveitam da misericórdia de Deus e esquecem que Sua paciência tem limite.
Está escrito lá em Apocalipse 3:5 > “Aqueles que conseguirem a vitória serão vestidos de branco, e eu não tirarei os nomes dessas pessoas do Livro da Vida. Eu declararei abertamente, na presença do meu Pai e dos seus anjos, que elas pertencem a mim.” E você, já tem o seu nome escrito no Livro da Vida? Ou está esperando que Jesus venha escrevê-lo quando vier pela segunda vez? Pense nisso e tire da cabeça essa ideia maluca de que tudo acontece porque o homem pratica um “CRIME ECOLÓGICO”.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

UM EXEMPLO DE HUMANIDADE

SILVIO SANTOS: UM EXEMPLO A SER SEGUIDO

          Ao longo dos anos, acompanhei os programas apresentados por Sílvio Santos. Isso fez com que aumentasse a minha admiração por este homem de uma integridade moral ímpar e de um coração de uma generosidade invejável. Além disso, ele tem uma visão empresarial incrível. Sabe quando deve investir, como investir e onde investir.
          Por muitas vezes fui criticado pela minha admiração ao “dono do Baú”. Nunca levei a sério essas críticas, muitas deles feitas por aqueles que se diziam meus amigos. Mantive-me sempre firme e irredutível na minha convicção de que estava admirando uma pessoa, cujos méritos são reconhecidos e respeitados, até mesmo por aqueles que se dizem seus concorrentes.
          Acompanho todos os programas do SBT, de quem sou fã incondicional. Para mim, ver e ouvir Silvio Santos já é algo indispensável nas noites dos domingos. Ele nos diverte, nos emociona e nos deixa bem à vontade para aplaudi-lo. Seu sorriso contagia. Seu relacionamento com o público e com seus funcionários é impressionante!

          Mas, se minha admiração pelo Silvio Santos já era fantástica, esta chegou ao limite máximo no momento em que  assisti a entrega do “Troféu Imprensa” ao jornalista Carlos Nascimento. E foi o próprio jornalista que me emocionou com uma revelação extraordinária. Não quero reescrevê-la aqui. Achei mais cômodo e muito mais real colocar as declarações feitas pelo próprio jornalista. Vamos ouvi-las!!!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

COPA DO MUNDO 2014

SELEÇÃO FRANCESA ESTRÉIA NA COPA DO MUNDO 2014 VENCENDO HONDURAS POR 3 x 0, NO BEIRA-RIO.


terça-feira, 10 de junho de 2014

O QUE ACONTECEU COM OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO?









                              UMA CLASSE DESUNIDA
          Vendo o comentário que a jornalista Rachel Sheherazade fizera sobre o Carnaval, passei a admirá-la pela coragem e pela ousadia ao abordar um tema tão polêmico. Vi naquela jovem o símbolo maior do jornalista verdadeiro: imparcial, intrêmulo, corajoso e, acima de tudo, realista.
          Os dias passaram e tive a alegria de ver que alguém resolvera dar àquela profissional, uma oportunidade de realizar seu profícuo trabalho numa emissora de maior vulto. Sair da Paraíba, um Estado localizado no Nordeste, perseguido por preconceitos sociais, e chegar a São Paulo com a mesma coragem, é algo que merece a nossa admiração e o nosso respeito.
          Se já me empolgara com o valor e o caráter da Rachel, certamente deveria estar preparado para coisas piores. E foi o que aconteceu quando vi um jornalista de uma televisão, no auge de sua indecência profissional, taxar a preciosa jornalista de “fascista”, partindo em defesa de um sistema que desmerece o respeito de um povo que vê os seus direitos mergulhando no pior lamaçal que uma sociedade poderia suportar.
          Isso me faz lembrar de uma frase dita por um colega meu, da Rádio Espinharas, quando eu tentei elogiar um programa de uma outra emissora. Olhando para mim, com um sorriso meio sem graça, ele disse: “Calma, colega, você está começando agora! Fique sabendo que a classe mais desunida do mundo é a da imprensa! Não confie em ninguém, pois você acabará sendo apunhalado pelas costas. E o pior é que quem vai te apunhalar é o teu melhor amigo!”
          Aquilo ficou “martelando” o meu cérebro. E logo eu, que pensava o contrário! As coisas se esclareceram quando eu fui trabalhar na Difusora Rádio Cajazeiras. Ao me apresentar como novo funcionário daquela emissora, fui orientado pelos dois Diretores José Adegildes e Mozar, a não ter contatos com os colegas da Rádio Alto Piranhas. Não era apenas uma sugestão, mas uma proibição expressa. Aquilo foi uma agressão a minha liberdade de escolha, coisa que eu jamais admitira. Eu sempre achei que a união seria o melhor caminho, mesmo diante dos abismos impostos pela concorrência.
          Há momentos na vida em que você precisa ser rebelde. É aquele momento em que você deve colocar a sua personalidade acima de quaisquer interesses contrários a sua índole, a fim de defender a sua idoneidade moral. E foi assim que eu agi. Deliberadamente fui até a “outra” (era assim que eles falavam) emissora, o que causou grande espanto por parte dos colegas de lá. – Você aqui!!! Gritaram em uníssono os três funcionários que estavam de plantão. Depois de muitas explicações, ficamos grandes amigos.
          Eu tinha certeza de que o que era correto para mim, não o era para o Mozar e o Adegildes. O esperado aconteceu: fui chamado para uma conversa à portas fechadas. Como era de se esperar, a bronca foi pesada. Eles pensaram que eu iria ouvi-los e sair com “o rabo entre as pernas”. Puro engano! Levantei-me, encarei os dois e disse que não estava ali para comprar brigas de ninguém e que agiria assim enquanto ali estivesse. Nem consegui conhecer Cajazeiras direito!
          Hoje, passados 45 anos deste fato, vejo que nada mudou. Infelizmente as pessoas continuam as mesmas. É como eu costumo dizer: “mudou só de barbeiro, mas o corte continua o mesmo!” Fico a me perguntar quando a imprensa vai se unir! Quando os profissionais das rádios, dos jornais, das revistas, das televisões aprenderão a se respeitar, dando um grande exemplo  de companheirismo a esse universo de ouvintes, leitores e telespectadores? Até quando estaremos envolvidos pela  mediocridade das concorrências desonestas que levam o mundo das comunicações à degradação moral?
         Até quando os interesses sócio-econômicos levarão os grandes profissionais a se transformarem em verdadeiras marionetes das classes mais privilegiadas? Onde foi parar a ética profissional? Quando vamos aprender a viver e conviver com as diferenças?  Não seria mais proveitoso e bem mais humano se os meios de comunicação unissem as forças para transformar o Brasil naquele país com o qual sempre sonhamos? Será tão difícil assim colocarmos um traço de união entre todos os segmentos da imprensa nacional? Ou será que preferimos a hipocrisia dos abraços momentâneos e as  falsidades dos sorrisos fabricados?
          Certa vez um colega que havia trabalhado comigo em uma determinada emissora, e que fora transferido para uma concorrente, encontrou-me na porta de um cinema e perguntou como eu estava! Antes que eu respondesse, ele detonou o seu “veneno” contra a sua ex-emissora e seus ex-colegas. Foi um ataque mortal! Depois de ouvi-lo, olhei sério para ele e disse: “Me desculpe, mas você não é o mesmo Fulano de Tal que eu conheci! Não consigo ver em você aquele mesmo que chegou pedindo até pelo amor de Deus que lhe dessem um emprego lá na rádio tal!” O cara nem esperou o resto do meu relato: desapareceu da minha presença e ficou uns meses sem falar comigo.
          Estou fora do rádio, mesmo sentindo saudades dos colegas. Chorei em silêncio e às vezes nem consegui silenciar, ao saber que amigos a quem queria tanto bem haviam partido para sempre! Cheguei a comentar como minha esposa: “Como seria bom se as pessoas a quem amamos não morressem!” Aí, sim, eu ainda teria o prazer de abraçar Virgílio Trindade, Amaury de Carvalho, Edleuson Franco, Aloisio Araújo, Dedé Santana, Roberto Fernandes, Juarez Farias, Paulo Porto, Inácio Bento, Geraldo Geraldino (Geraldão), Antônio Moreno, Antônio Emiliano, Agnaldo Xavier, Vavá Brandão, Edmilson Mota, Rivaldo Medeiros, Edvaldo Mota e tantos outros com quem vivi momentos felizes!
          Fica aqui a minha esperança de ainda ver a imprensa unida em busca de um só ideal! Aqui fica a minha esperança de ver abraçados, com abraços verdadeiros, aqueles que se decidiram por uma imprensa leal à ética e ao respeito mútuo. Se isso não me for possível, que meus filhos e netos sejam reais testemunhas desta tão sonhada mudança! TENHO DITO!

Adalberto Pereira