terça-feira, 17 de maio de 2011

ENFIM, ACABARAM COM O PIOR ASSASSINO DO MUNDO!!! JÁ FOI TARDE!!!

UMA GRATA HOMENAGEM ÀQUELE QUE ELIMINOU ESTE INDIVÍDUO, CUJO NOME NEM MERECE SER CITADO!

MAIS UMA INVESTIDA DO PARTIDO DA ÉTICA E DA MORAL - UM PÉSSIMO EXEMPLO PARA A DEMOCRACIA

PARA A REFLEXÃO DOS POUCOS HOMENS DE CARÁTER

NOVA IORQUE ENSINA COMO AGE UMA JUSTIÇA DE VERDADE!
Com aparência sombria e pensativa, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, ouviu em uma corte nova-iorquina que não terá direito a fiança e seguirá detido. Ele está preso desde o sábado acusado de agressão sexual, cárcere privado e tentativa de estupro.
Conhecido como DSK, o diretor-gerente do FMI posou sem sorrir para o fotógrafo oficial da corte, enquanto jornalistas anotavam cada detalhe de sua aparição judicial. Pouco antes de sua audiência, ele foi levado da corte e, quando a porta da sala abriu, os repórteres puderam ver a cela onde ele ficou detido. Não é um cenário comum para um membro da elite econômica mundial, cuja instituição empresta dinheiro a países em crise.
O diretor-gerente do FMI se manteve impassível enquanto ouvia os promotores dizerem que a suposta vítima fez uma detalhada descrição das acusações e que exames hospitalares até então confirmavam a história dela. DSK também ouviu atentamente quando promotores sugeriram que esta não era a primeira vez em que se questionava o comportamento sexual dele.
Os promotores argumentaram, ainda, que a maneira como Strauss-Kahn tentou sair dos EUA, no sábado, mostra que ele estava com pressa de voltar à França - e que, portanto, deveria permanecer preso sem direito a fiança. DSK foi detido no sábado à tarde, quando já estava sentado na primeira classe de um avião da Air France prestes a decolar para Paris.
Strauss-Kahn vestia um sobretudo preto e uma camisa clara, em contraste com os jeans e moletons usados pelos demais réus com quem o diretor do FMI dividiu a Corte Criminal de Manhattan nesta segunda-feira. A defesa insistiu que DSK não estava tentando fugir e que nem tentaria fazê-lo se recebesse direito à fiança, já que o diretor do FMI tem interesse em limpar seu nome. Mas a juíza Melissa Jackson decidiu mantê-lo preso até a próxima audiência, em 20 de maio. DSK, que era aguardado nesta semana em reuniões-chave sobre as crises de dívida em países europeus, passará seu tempo em vez disso sob custódia da Justiça nova-iorquina.
ENQUANTO ISSO... NO BRASIL...
A oposição (E O POVO BRASILEIRO) quer esclarecimentos sobre o crescimento do patrimônio do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e vai tentar convocá-lo para dar explicações na Câmara dos Deputados ou até pedir que o Ministério Público investigue a possibilidade de enriquecimento ilícito.
“Vamos dar um prazo para que ele se explique até amanhã (terça). Caso contrário, vamos entrar com um pedido de investigação por enriquecimento ilícito no Ministério Público”, disse o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), que considera insuficientes as explicações dadas até agora.
Segundo o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), o que ficou definido foi o pedido de explicações do ministro à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara. Torres avalia que dificilmente a oposição conseguirá aprovar um requerimento para chamar Palocci ao Congresso e, por isso, aposta na linha da investigação criminal para esclarecer as denúncias.
Já o PPS, também de oposição, declarou, em nota, que acionará a Procuradoria Geral da República pedindo a abertura de inquérito para investigar 'suposto enriquecimento ilícito' de Palocci. O ministro foi alvo de acusações, publicadas no domingo pelo jornal Folha de S. Paulo, de que seu patrimônio teria aumentado 20 vezes desde 2006. Em nota, Palocci afirmou que sua 'evolução patrimonial, pessoa física, consta de sua declaração de renda'.
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu que o crescimento patrimonial do ministro não será investigado.
“Não há no momento o que apurar... Não cabe à Comissão indagar como cada ministro chegou ao patrimônio que revela ao tomar posse”, disse o presidente da Comissão, Sepúlveda Pertence, após reunião do grupo no Palácio do Planalto.
A posição da Comissão foi considerada suficiente pelo governo, disse o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Ele ressaltou que Palocci, a quem caracterizou como 'peça fundamental' no governo, teria cumprido 'rigorosamente' os procedimentos para assumir a Casa Civil. 'O governo está satisfeito com o pronunciamento da Comissão de Ética', disse Carvalho a jornalistas. 'A Comissão de Ética encerra para nós essa questão'.
Palocci recebeu apoio também do PT, que considerou a questão esclarecida junto à Presidência. 'Nós temos total confiança no ministro Palocci, na sua lisura e no seu comportamento ético', disse o presidente da legenda, deputado Rui Falcão (SP), em São Paulo. De acordo com Falcão, a evolução patrimonial é decorrente de consultorias dadas por Palocci.
MINISTRO INFLUENTE
Palocci é visto pelo mercado financeiro como um grande defensor da estabilidade fiscal e das políticas econômicas ortodoxas no governo da presidente Dilma Rousseff. Além da posição que ocupa de ministro da Casa Civil, Palocci mantém uma relação próxima com a presidente, o que o tornou uma figura influente no governo.
Segundo uma fonte do Planalto, que pediu para não ser identificada, ele não deve dar explicações adicionais à nota divulgada. Sobre a possibilidade de comparecer à comissão da Câmara, a fonte disse que o ministro só irá se pronunciar se o convite for aprovado. De acordo com a fonte, a presidente já foi informada sobre as acusações e disse para o ministro 'ficar tranqüilo'. A ordem na Casa Civil é trabalhar normalmente e esperar a poeira baixar sem dar combustível para a oposição e, com isso, tentar fazer o assunto cair no esquecimento.
Para o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, do ponto de vista formal a nota esclarece, mas como o ministro é um homem público espera-se que ele esclareça 'quais os ganhos que a empresa teve'. 'Tem que mostrar de onde veio o dinheiro', afirmou. No fim da tarde, o PSDB anunciou que entrará com requerimento na Comissão de Fiscalização da Câmara para que Palocci seja convidado a esclarecer as atividades da Projeto, empresa citada na reportagem.
O ministro Palocci disse em nota que a Projeto foi aberta em 2006 para prestar serviços de consultoria econômico-financeira, atividade que realizou até 2010. 'Em dezembro último, as atividades de consultoria foram encerradas por força da função ministerial a que se dedica hoje', disse na nota.
Após a publicação da reportagem, Palocci telefonou para o ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage, e disse ter encaminhado para a Casa Civil sua declaração de Imposto de Renda e informado ao Conselho de Ética a situação legal e patrimonial da Projeto. O repasse destas informações é obrigatório para ocupantes do primeiro escalão.
EX-MINISTRO E MINISTRO DE NOVO
O jornal não acusou Palocci diretamente de corrupção, mas forneceu amplos detalhes sobre o rápido crescimento de seu patrimônio durante seu mandato na Câmara dos Deputados. O ministro, segundo o jornal, comprou dois imóveis por meio da empresa Projeto. Um apartamento em São Paulo de 6,6 milhões de reais e uma sala comercial de 882 mil reais, ambos adquiridos antes de assumir o cargo no governo Dilma.
Em 2006, Palocci também enfrentou turbulências políticas e deixou o governo após ser envolvido na denúncia de quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa. Sua situação ficou insustentável depois que o caseiro testemunhou em uma CPI afirmando que Palocci freqüentava a chamada casa do lobby, ou República de Ribeirão Preto. A casa, em Brasília, freqüentada por ex-assessores, era apontada como local de organização de lobby junto ao governo federal.
Mesmo assim, o ex-ministro se candidatou à Câmara e foi eleito. No Congresso, tentou manter a discrição e presidiu a Comissão Especial da Reforma Tributária. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal livrou Palocci de processo sobre a violação. No ano passado, o ministro desistiu de concorrer à reeleição parlamentar para se dedicar à coordenação da campanha de Dilma.
E assim, o partido da ética e da moral, continua blindando os seus militantes corruptos, enquanto persegue os que não comungam com sua pálida filosofia moralista.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

BRASIL: UM PAÍS DE INJUSTIÇA SOCIAL

DIANTE DOS FATOS QUE VEREMOS A SEGUIR, FICO A PENSAR COMO UM POVO TÃO SOFRIDO E TÃO INJUSTIÇADO DÁ UM ÍNDICE DE 85% DE APROVAÇÃO A UM PRESIDENTE. OU A MÍDIA É MENTIROSA, OU VIVEMOS NUM PAÍS DE 85% DE IMBECIS.

LEIA COM ATENÇÃO E FAÇA UMA REFLEXÃO SOBRE ESTA VERDADE QUE POUCOS CONHECEM.

Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata !

Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.

Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda uma Região Militar ou uma grande fração do Exército.

Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro do que ganha um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional.

Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.

O SUS paga a um médico, por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito, a importância de R$ 70,00, equivalente ao que uma diarista cobra para fazer a
faxina num apartamento de dois quartos.

PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE NOS TRÊS PODERES DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS
OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO.

OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS, ESTADUAIS
E VEREADORES.

TEMOS QUE DAR FIM A ESSES "CURRAIS" ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA
OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA BRASILIENSE COSA NOSTRA

O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS
GASTOS PÚBLICOS.

JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNAR. PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.

VALE A PENA TENTAR. PARTICIPE DESTE ATO DE REPULSA.

terça-feira, 5 de abril de 2011

QUEM TEM MEDO DE 31 DE MARÇO? ONDE ESTÁ A VERDADE?


REGIME MILITAR: O OUTRO LADO DA HISTÓRIA
PALAVRAS INICIAIS
Todas as ações causam reações e os fatos não ,acontecem sem que haja um motivo. E ao resultado das reações chamamos de conseqüências. Estas podem ser agradáveis ou não, dependendo do que queremos ou pensamos. No caso da Revolução de Março de 1964, alguns fatos precisam ser levados ao conhecimento de muitos que ainda os desconhecem. Precisamos até lembrar àqueles de curta memória, que o comunismo não era nada de extraordinário. Ele já existia desde os tempos de Getúlio Vargas, mas queimava por baixo, de mansinho, procurando uma oportunidade para “dar as cartas”.
Temos visto ao longo dos anos, a revolta de muitos diante da ação dos militares, cujas conseqüências foram abomináveis em quase toda a sua totalidade. Mas será que o golpe militar foi 100% negativo? Será que não ficou nada de bom em todo o seu trajeto? O Regime Militar foi cruel assim ao ponto de sacrificarmos uns e endeusarmos outros? Por que a imprensa tem tanto medo de mostrar o outro lado da história? Por que muitos se acovardam quando se faz necessário dizer a verdade?
Talvez tenhamos esquecido de que muitos dos que se tornaram “heróis”, não passaram de meros aproveitadores de uma situação que poderia ter apresentado um resultado bem diferente, sem a necessidade de tantas atrocidades. Precisamos lembrar que alguns que comandavam a ofensiva contra a ditadura militar, são os mesmos que, hoje, andam de braços dados com outras ditaduras bem mais opressivas do que a ditadura militar vivida pelo Brasil por duas décadas.
Para provarmos o que afirmamos, sem medo e sem covardia, diga-se de passagem, vamos rememorar fatos que nos deixaram estarrecidos. Por exemplo, como se sentiram os brasileiros vendo um presidente abraçado com Fidel Castro, Evo Moralez e Hugo Chaves, os piores ditadores da história moderna? Dá-nos nojo saber que os que se diziam defensores da democracia, não passavam de falsificadores da moralidade nacional. Infiltrar o comunismo no Brasil era, acima de tudo, uma prova de infidelidade aos princípios democráticos.
Foi a partir deste pensamento realista, sem fantasias, que resolvi mostrar os fatos com seriedade e sem quaisquer vínculos com partidos políticos ou coisas parecidas. Entristece-me ver uma imprensa tendenciosa, pronta a mostrar um lado da história para ser simpática com determinados grupos. Assim como milhões de brasileiros, vivi os anos da ditadura e nunca fui torturado e nem impedido de fazer o que tinha vontade. Ao contrário, sempre me senti bem à vontade e muito seguro, sem o trauma dos seqüestros, do banditismo e da violência que hoje assusta o país.
OS FATOS COM TRANSPARÊNCIA E CORAGEM
É difícil convencer alguém à seguinte reflexão:
I - O golpe militar de 31 de março de 1964 foi um acontecimento necessário, considerando-se o seu propósito maior, ou seja, a consolidação da nossa democracia.
II – O comodismo diante do perigo da infiltração comunista no país seria uma subserviência a um regime de governo opressor.
III – Abominam-se as atitudes drásticas que ceifaram a vida de milhares de pessoas, inclusive militares, nunca lembrados nas reportagens atuais.
IV – Aqueles que insuflaram o movimento anti-revolucionário, são os que hoje se acham beneficiados, inclusive sendo mostrados como heróis da resistência nas atuais campanhas eleitorais.
V – Que o lado que a imprensa teima em manter no esquecimento, trouxe-nos resultados positivos, o que não teria sido possível com a implantação do comunismo.
O COMEÇO DE UMA NOVA HISTÓRIA
A história do Golpe Militar de 31 de março de 1964, não se limita aos fatos ocorridos no auge da revolução. Para entendê-la melhor faz-se necessário voltar um pouco no tempo e chegarmos até as comemorações do Dia do Soldado, em agosto de 1961, quando o então presidente Jânio Quadros anunciava a sua renúncia com estas palavras:
“Senhores ministros: Esta reunião se destina a dar-lhes conhecimento de assunto da mais alta gravidade. Acabo de renunciar ao cargo de Presidente da República. Não posso governar com este Congresso. Os senhores organizem uma junta e assumam o poder. O ministro Pedroso Horta irá entregar a carta que efetiva este ato, às quinze horas, para lhes dar tempo de tomarem as medidas necessárias para acautelar a ordem pública.”
Os apelos dos comandantes Sylvio Heck, da Marinha, e Denys, do Exército, não foram suficientes para que ele, Jânio, culminasse o seu anúncio afirmando: “Daqui passarei pelo Alvorada para apanhar minha bagagem, que já está pronta. De agora em diante é com os senhores.” Coloca-se diante de nós a certeza de que tudo já estava preparado e que a renúncia não fora uma decisão impensada. Houve, podemos assim dizer, um
Ninguém entenderia ao certo o que levara Jânio Quadros a tomar esta decisão, depois de presidir as cerimônias do Dia do Soldado. Naquela oportunidade, ele agira de forma natural, entregando condecorações e assistindo ao desfile militar. O que realmente estaria acontecendo nos bastidores do Congresso Nacional? Nas mãos de quem estaria o futuro do Brasil naquele momento? Qual seria a reação do povo brasileiro ao tomar conhecimento da renúncia de Jânio Quadros? Na verdade, a situação política do Brasil estava insustentável e representava um sério perigo para a nossa democracia.
Aqui começa a verdadeira história do Golpe Militar, que culminou três anos depois. É um capítulo da nossa história que não se conta. É que, para muitos, trata-se de um lado podre da política nacional, que não se deve contar aos jovens de hoje. O importante, na realidade é tornar muitos “terroristas” em mártires de uma revolução, cujo objetivo era evitar a infiltração do comunismo no Brasil. Incoerência ou não, a verdade é que não se pode admitir que comunistas lutassem pela democracia.
No governo do povo, para o povo e pelo povo, onde as liberdades de pensamento, a liberdade de expressão e a liberdade religiosa são fatores primordiais para a sobrevivência de uma democracia, o comunismo não aparece como solução. A grande verdade é que o comunismo nos priva desses direitos. Exemplo disso podemos ver em países onde ele manda e desmanda, castrando a liberdade social, política, cultural e religiosa. Entregar nas mãos dos comunistas o destino da Nação era algo que não agradaria aos que não poderiam se desvincular dos seus direitos conquistados ao longo da nossa história.
Com a renúncia de Jânio, que chegou a sugerir a formação de uma junta para assumir o governo, Ranieri Mazzilli, então presidente do Congresso, deveria assumir os destinos da Nação. Era necessário manter o país dentro de uma calmaria, mesmo que esta fosse aparente, ou uma farsa, como desejarem. Mas a renúncia de um presidente não acontece do dia para a noite. Ela é resultado de pressões daqueles que, nas caladas das noites, promovem movimentos sórdidos, em busca de resultados para seus interesses particulares. E isso eles tentam a qualquer preço, até mesmo pelo preço da traição.
O Movimento comunista começava a se propagar, através de pessoas infiltradas no meio operário, entre os homens do campo e, principalmente, entre os estudantes, sensibilizando-os e influenciando-os para um movimento que culminaria com a desestruturação da ordem pública. E o “veneno” começava a fazer efeitos trágicos, levando o país a um caos político e social. Promessas mirabolantes eram colocadas diante deles, fazendo-os acreditar nas fantasias comunistas.
Fazia-se necessária uma cautelosa organização do movimento que eclodiria no dia 31 de março de 1964. Em Minas Gerais, mais precisamente em Juiz de Fora, as reuniões se tornavam cada vez mais frequentes. O coronel João Batista da Costa, chefe do EMR, chegou a perguntar ao General Olímpio Mourão Filho qual seria a finalidade do movimento, recebendo deste a seguinte resposta: “Para o restabelecimento do respeito à Constituição e salvaguarda de nossas tradições.” O coronel se prontificou dizendo: “Conte comigo, General Mourão, estou disposto a combater e morrer a seu lado.”
O movimento teve início no dia 30. Nesta reunião, em Juiz de Fora, o general Mourão, chegou a sugerir o dia 1º de abril para o golpe militar, alegando que ainda aguardava vários esclarecimentos. Ele recebeu do general Carlos Luis Guedes a seguinte resposta: “Não serve; é data que ninguém toma a sério. Em minha opinião estamos perdendo um tempo talvez decisivo; cada dia vale por dois – um ganho por Jango, outro perdido por nós, que já devíamos ter partido desde sexta-feira.”
Pelo desenrolar da história, o golpe militar de 31 de março não foi um movimento mal planejado. A preocupação diante de atitudes tomadas no governo de João Goulart ia tornando cada vez mais premente a necessidade de uma tomada de decisões, mesmo que isso representasse uma insatisfação para alguns, até mesmo de oficiais das Forças Armadas, que não comungavam com o pensamento dos idealizadores da revolução.
APROXIMAVA-SE O DIA 31 DE MARÇO
O dia 31 se aproximava e todos os detalhes eram decisivos para a eclosão do movimento revolucionário. As reuniões passaram a ser realizadas com mais freqüência e no dia 28 todos os comandantes das unidades se reuniram para estudarem os assuntos que, segundo eles, eram de suma importância para o sucesso de suas pretensões.
Estavam em pauta a mobilização geral da Polícia Militar; a coordenação com a Quarta Região Militar; o apoio de grupos e classes; o apoio do governo de Minas Gerais; armamento e equipamento; a aplicação dos planos já elaborados e a indicação de suspeitos a serem detidos.
No dia 29 foi realizada outra reunião, desta feita no gabinete do comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais. Ficou determinado que seria suspenso o curso de aperfeiçoamento de oficiais, com o recolhimento dos capitães-alunos às suas respectivas unidades. Foram suspensas também todas as licenças-prêmio e férias anuais. Na mesma reunião ficou decidido:
a) expedir mandado às unidades para se colocarem em ordem de marcha, com o recolhimento dos destacamentos e a suspensão do policiamento “Cosme e Damião”;
b) determinar à diretoria-geral das escolas de recrutas relativa tolerância para a incorporação;
c) recolher os delegados especiais;
d) promover a atualização dos endereços do pessoal da reserva para convocação;
Eram 10 horas da manhã do dia 29 de março quando o Estado-Maior Geral expediu as ordens de operações 1 e 2. Pela operação 1, todas as unidades e serviços da PM deveriam manter-se em rigorosa prontidão e já mobilizados. Também todos os destacamentos, contingentes e postos policiais deveriam recolher-se, permanecendo nos, pontos vitais. As unidades mobilizadas deveriam compor-se de 3 companhias de fuzis, de 170 homens cada, uma companhia de metralhadoras pesadas, leves ou mistas, de 134 homens.
A Operação 2 determinava, entre outras coisas, o isolamento do Estado de Minas Gerais, ficando a tropa em condições de atuar em várias direções. Determinava também que várias unidades integrassem os diversos destacamentos, com tropas do exército ou não. Tudo corria normalmente, restando apenas a ordem de execução. Os depósitos e postos de combustíveis seriam ocupados e haveria reforços no policiamento das barreiras e pontos de extrema importância. A ocupação imediata de Três Marias também seria ordenada.
Às 14 horas do dia 30 de março de 1964, o comandante, general Carlos Luis Guedes determinou a realização de uma reunião de oficiais e sargentos. Na oportunidade, todos ficaram sabendo que o movimento acabara de eclodir. O general Guedes anunciou:
“Minas está rebelada, com a minha concordância e integral apoio; a partir deste momento, nos desligamos do Governo Federal e passamos a constituir força autônoma integrada na Revolução; não nos conformamos em assistir, passivamente, ao desenrolar de acontecimentos que, fatalmente, nos conduzirão à anarquia e ao caos. Desejo agora ouvir os senhores.”
Notava-se, pelo semblante de cada um, que aquela decisão era desejada por todos. A sorte estava lançada e a partir dali, todas as medidas que a situação exigia foram adotadas de forma imediata e, consequentemente, postas em execução. Foram convocados outros oficias, além dos oito existentes, para a constituição do Estado-Maior Revolucionário.
Mas nem todos acreditavam que a Revolução seria um sucesso absoluto. O general Castelo Branco, por exemplo, em conversa telefônica com o general Guedes, disse para ele ser cuidadosa para não ser massacrado, chegando a sugerir que eles voltassem, mas o general Guedes respondeu que não voltariam e que iriam até o fim.
Outro fator preocupante era a posição tomada pelo governo do Estado de São Paulo. Até o meio-0dia de 31 de março, São Paulo não se manifestara e isso contrariava as expectativas dos revolucionários
O presidente João Goulart, que decidira pela esquerda, recebia o general Kruel que, para ficar ao lado de Jango, pediu que este demitisse Abelardo Jurema, Darcy Ribeiro e considerasse ilegais CGT, PUA, FORUM SINDICAL, UNE, entre outros. Somente desta forma ele, Kruel levaria o II Exército em defesa do seu governo. Em reposta, Jango bastante agitado, gritava que, primeiro iria esmagar Minas, para depois ver o que deveria fazer. Mas a situação não lhe era favorável e, dizendo que ia organizar a resistência, seguiu para Brasília, onde apanhou dez milhões de dólares guardados em sacos e fugiu.
Há fatos que, por mais que tentemos, não conseguimos entender. Na época da deflagração do golpe militar, eu tinha meus 23 anos, idade suficiente para analisar situações. Aceitar o regime comunista nunca esteve em meus planos. Por isso, sempre torci para que o golpe militar tivesse êxito, não com o desfecho trágico, com torturas e mortes. Sempre achava que o exílio seria um bom castigo para aqueles que, direta ou indiretamente, contribuiriam para a implantação do comunismo no Brasil.
Eu não entendia por que aquela gente lutava contra a ditadura militar, ao mesmo tempo em que defendia a ditadura comunista, muito mais nociva aos princípios democráticos. Até achava que muitos que assim agiam estavam sendo manipulados por pessoas inescrupulosas, que visavam tão somente a proliferação da anarquia, estimulados pela chamada “imprensa marrom”, financiada pelo símbolo da foice e do martelo. O brasileiro de verdade, acostumado aos direitos que lhe eram reservados, jamais vestiria a “camisa vermelha” da opressão comunista.
Não estava nos meus planos ver meus filhos manipulados por um regime mesquinho, que delicera a integridade moral do cidadão. Não participei de nenhum movimento político. O golpe militar não me atraiu por optar por torturas e mortes. O movimento anti-revolucionário não passava de uma ganância de uma dúzia de subversivos travestidos de “salvadores da pátria”. Melhor seria olhar de longe, esperando uma terceira opção.
Espero que a imprensa livre e imparcial tenha a coragem de mostrar aos brasileiros de hoje o outro lado da moeda. Por exemplo, ter a hombridade de relatar o que de positivo ficou ao longo dos 24 anos de ditadura militar. Seria ótimo mostrar a quantidade de assaltos, seqüestros, greves depredadoras, invasões criminosas do MST existentes naquele período. Assim poderemos fazer uma análise mais profunda e bem mais responsável do movimento de 31 de março de 1964.

segunda-feira, 7 de março de 2011

CARNAVAL: O QUE É, NA VERDADE?

JORNALISTA RACHEL SHEHERAZADE FALA A VERDADE SOBRE O CARNAVAL.

A VERDADE SOBRE O CARNAVAL

Resolvi aproveitar esta extraordinária reportagem feita pela jornalista Rachel Sheherazade, da TV Tambau, a respeito do Carnaval, como forma de conscientizar os nossos leitores quanto a realidade da Festa de Momo.

Hoje é quarta-feira de fogo, mas eu não vejo a hora de chegar a quarta-feira de cinzas.
Não, não é que eu seja inimiga do carnaval. Inclusive já brinquei muito: em clubes, nas prévias, nos blocos.... fui até à Olinda em plena terça-feira de carnaval... Portanto, vou falar com conhecimento de causa.
E, como um véu que se descortina, como uma máscara que cai, gostaria de revelar algumas verdades que encontrei por trás da fantasia do carnaval.

A primeira delas: o brasileiro adora carnaval.
Não acredito. Na paraíba, por exemplo, o maior bloco de arrasto disse ter registrado cerca de 400 mil foliões no desfile do ano passado. Mas, a população paraibana conta com mais de 3 milhões e 600 mil cidadãos.
Portanto, a maioria da povo não foi para a rua ou por que não gosta de carnaval ou por que não se reconhece mais nessa festa dita popular.
Segunda falsa verdade: o carnaval é uma festa genuinamente brasileira.
Não, não é. O carnaval, tal como o conhecemos, surgiu na Europa, durante a era vitoriana, e se espalhou pelo mundo afora, adaptando-se a outras culturas.
Quarta falsa verdade: É uma festa popular.
Balela! O carnaval virou negócio – dos ricos. Que o digam os camarotes VIP, as festas privadas e os abadás caríssimos, chamados "passaportes da alegria".
E quem não tem dinheiro para comprar aquele roupinha colorida não tem, também, o direito de ser feliz??? Tem não.
E aqui, na Paraíba, onde se comemoram as prévias não é muito diferente. A maioria dos blocos vive às custas do poder público e nenhuma atração sobe em um trio elétrico para divertir o povo só por ser, o carnaval, uma festa democrática.
Milhões de reais são pagos a artistas da terra e fora dela para garantir o circo a uma população miserável que não tem sequer o pão na mesa.
Muitas coisas, hoje, me revoltam no carnaval.
Uma delas é ouvir a boa música ser calada à força por "hits" do momento como o "Melô da Mulher Maravilha", e similares que eu nem ouso citar.
Fico indignada quando vejo a quantidade de ambulâncias disponibilizadas num desfile de carnaval para atender aos bêbados de plantão e valentões que se metem em brigas e quebra quebra.
Onde estão essas mesmas ambulâncias quando uma mãe de família precisa socorrer um filho doente? Quando um trabalhador está infartando? Quando um idoso no interior precisa se deslocar de cidade para se submeter a um exame?
Me revolto em ver que os policiais estão em peso nas festas para garantir a ordem durante o carnaval, e, no dia a dia, falta segurança para o cidadão de bem exercitar o direito de ir e vir.
Mas o carnaval é uma festa maravilhosa! Dizem até que faz girar a economia. Que os pequenos comerciantes conseguem vender suas latinhas, seu churrasquinho....
Se esses pais de família dependessem do carnaval para vender e viver, passariam o resto do ano à míngua.
Carnaval só dá lucro para donos de cervejaria, para proprietários de trios elétricos e uns poucos artistas baianos. No mais, é só prejuízo.
Alguém já parou para calcular o quanto o estado gasta para socorrer vítimas de acidentes causados por foliões embriagados? Quantos milhões são pagos em indenizações por morte ou invalidez decorrentes desses acidentes?
Quanto o poder público desembolsa com os procedimentos de curetagem que muitas jovens se submetem depois de um carnaval sem proteção que gerou uma gravidez indesejada?
Isso sem falar na quantidade de DST’s que são transmitidas durante a festa em que tudo é permitido!
Eu até acho que o carnaval já foi bom... Mas, isso foi nos tempos de outrora.

Depois de vermos este comentário da jornalista Rachel Sheherazade, vale a pena vermos também o resultado negativo que o Carnaval nos apresenta, através dos dados seguintes:

Mais 34 morrem e número de vítimas em acidentes nas BRs chega a 129

Mais 34 pessoas morreram no domingo (6/3/2011), em acidentes nas rodovias federais em todo o País, elevando o número total de mortos desde o início do carnaval para 129. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 7, pela Polícia Rodoviária Federal em seu terceiro relatório parcial da Operação Carnaval 2011.
Ontem, foram registrados 611 acidentes, com 524 feridos. Também foram realizados 5.570 testes com bafômetro, sendo que 321 apresentaram resultado positivo. Foram presas 152 pessoas por embriaguez. Ao longo do domingo, 25.067 veículos e pessoas foram fiscalizados.
A operação especial da Polícia Rodoviária Federal segue até a quarta-feira e tem como meta diária fiscalizar cerca de 23 mil veículos/pessoas.
Minas. Na manhã desta segunda-feira, três pessoas da mesma família morreram em um acidente ocorrido na BR-381, em Ravena, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, um Opala, onde estavam o pai, a mãe e o filho, teria saído da faixa e invadido a pista contrária, na altura do km 440, colidindo de frente com um caminhão.
Os bombeiros foram acionados para resgatar as vítimas, que ficaram presas às ferragens. O motorista do caminhão não ficou ferido. Segundo a PRF, não houve interdição na rodovia.
E agora??? Você ainda acha que o Carnaval traz alegrias para todos, ou é daqueles que acreditam que a festa de Momo não passa de alegrias efêmeras, com trágicos resultados?

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

MENSAGEM AOS AMIGOS E SEGUIDORES DO NOSSO BLOG

EXTERNAMOS OS NOSSOS MAIS PROFUNDOS AGRADECIMENTOS ÀQUELES QUE OPTARAM PELOS NOSSOS TRABALHOS AO LONGO DOS ANOS, NA CERTEZA DE QUE AINDA TEMOS MUITO A OFERECER! QUE O NOSSO BONDOSO, AMOROSO E MISERICORDIOSO DEUS CONTINUE NO CONTROLE DE TODAS AS COISAS E QUE SUAS GRANDIOSAS BÊNÇÃOS ALCANCEM A TODOS, INDISTINTAMENTE!